espaço sem escrita
há algumas semanas não escrevo sobre meus sentimentos por F, nem sobre meus planos de estudo, nem tenho tido vontade de mexer em trabalho. é como se todos os caminhos estivessem em pausa, o acesso pra dentro embarricado, não sei se por medo ou por preguiça de mexer num redemoinho que não parece muito suscetível de se desenrolar em uma linha estreita pra fora do labirinto. ontem meu amigo me disse: os maiores obstáculos da N são seus medos e, quer saber?, é uma ótima percepção, são os medos mesmo, como quando aquele professor disse: quando olho pra você não consigo entender se vejo um grande sucesso ou um grande fracasso. tenho me olhado assim desde então, um pêndulo entre o tudo que é desejar e consentir e o nada que é negar e abandonar. e agora temos o tarô. tenho falado com o tarô. estranho que parece sim haver uma constância de tiragens, especialmente quando faço as mesmas perguntas (talvez seja apenas meu desejo de ver rostos nas nuvens?, ou minha pouca habilidade de embaralhar as ...